Cálculo de Porcentagem – Entenda como fazer

O cálculo de porcentagem é utilizado diariamente para obter descontos e lucros. A porcentagem é utilizada desde compras mais básicas como a compra de roupas, por exemplo, a compra de carros. Hipoteticamente falando, se vai realizar a compra de algo e ele possui desconto de 30%, é necessário compreender que este valor deve ser multiplicado pelo valor do objeto para se saber o resultado do desconto. O mesmo cálculo é feito para obter a taxa de juros e o valor do lucro.

Saber calcular porcentagem é importantíssimo, visto que esse cálculo vai ser utilizado durante a vida inteira do indivíduo. O cálculo de porcentagem é feito desde o ensino fundamental e importantíssimo para quem vai prestar algum vestibular ou concurso. Para calcular porcentagem é importante entender que a porcentagem nada mais é um número dividido por 100. Por exemplo: 70/100 que é igual a 70%. O resultado desta divisão é igual a 0,7. Para calcular a porcentagem é necessário multiplicar o valor desejado pelo percentual que se quer obter.

Confira abaixo alguns exemplos de como fazer cálculo de porcentagem:

Exemplo 01:
Quanto é 25% de 600?
Porcentagem X = 25%
Y = 600
Então, Y*X/100
V = 600*25/100
V = 600*0,25 = 150
Portanto 25% de 600 é igual a 150.

Exemplo 02:
Felipe foi comprar uma calça que custava R$ 100, mas à vista teria 15% a de desconto. Qual o valor da camisa?
Porcentagem: X = 15%
Y = 100
V = Y.X/100
V = 100*15/100
V = 100*0,15
V = 15
O valor da camisa foi de R$ 85.

A história das relações internacionais

Basicamente, as relações internacionais têm como principal objetivo gerir ordenadamente as ciências econômicas, políticas e sociais de diferentes países. As relações internacionais refletem diretamente nas fronteiras entre países e também nas empresas. Nas relações internacionais, os agentes que mais se destacam são as empresas transnacionais, as organizações internacionais e as organizações não-governamentais.

Desde o último século as relações internacionais estão cada vez mais próximas às ciências políticas e distantes da história. Mas as relações internacionais não tratam apenas de história e ciências políticas. Cabe também as relações internacionais se aprofundar em assuntos como Antropologia, Cultura, Direito, Economia, Filosofia, Geografia e a Psicologia.

Durante a Guerra Fria, os estudos das relações internacionais tiveram seu início. Eles surgiram através da necessidade de analisar as ações estratégicas dos países, a fim de expandirem e garantirem seus poderes absolutos, investigando principalmente a conduta bélica e diplomática dos Estados modernos.

O desenvolvimento do capitalismo resultou no denominado “Primeiro Mundo” em meados da década de 1960. O “Primeiro Mundo” virou objeto de estudo de diversos teóricos e era baseado principalmente na anarquia. Estes teóricos mais tarde ganhariam o nome de membros da escola liberal.

No Brasil, o primeiro curso de relações internacionais surgiu no ano de 1969, na Universidade de Brasília. Em 1999 já existiam 21 cursos de relações internacionais distribuídos pelo Brasil. No ano de 2009 foram contabilizados 97 cursos de relações internacionais espalhados pelos quatro cantos do país.

Adjetivos Pátrios – Como funciona? Exemplos

 

Os adjetivos pátrios designam a origem das pessoas  e das coisas segundo: a região, o país, o estado, a cidade, o município, entre outros.

Como funciona?

  • Os adjetivos pátrios devem sofrer flexão de gênero e número, quando apropriado.
  • São sempre escritos em letras minúsculas.

Exemplos:

  • Cinco mulheres brasileiras.
  • Um homem brasileiro.

Adjetivos pátrios compostos

Adjetivos pátrios compostos são aqueles formados por dois ou mais adjetivos pátrios.

Como funciona?

  • São obrigatoriamente separados por um hífen.
  • O primeiro adjetivo aparece em sua forma reduzida e erudita.
  • O segundo adjetivo aparece em sua forma normal, e sofre flexão de gênero e número.

Exemplos:

  • Carro anglo-americano. (anglo = inglês).
  • Reino franco-germânico (franco = francês).

Conheça os adjetivos pátrios dos países do mundo

  • Afeganistão – afegane ou afegão
  • África do Sul – sul-africano ou austro-africano
  • Albânia – albanês
  • Alemanha – alemão, germânico, germano ou teutônico
  • Andorra – andorrano ou andorrense
  • Angola – angolano ou angolense
  • Antígua e Barbuda – antiguano
  • Antilhas – antilhano ou antilhense
  • Arábia – árabe
  • Arábia Saudita – saudita, árabe-saudita
  • Argélia – argelino ou argeliano
  • Argentina – argentino
  • Armênia – armênio
  • Atenas – ateniense
  • Austrália – australiano, australês ou austrálio
  • Áustria – austríaco
  • Azerbaidjão – azerbaidjano ou azeri
  • Bahamas – bahamense, baamense, baamês, baamiano ou bahamiano
  • Bangladesh – bangladeshiano
  • Barbados – barbadiano
  • Barein – bareinita
  • Bélgica – belga
  • Belize – belizenho ou belizense
  • Benim – beninense ou beninês
  • Bielorrússia – bielorrusso ou russo-branco
  • Birmânia – birmanês, birmã, birmane ou mianmarense
  • Bogotá – bogotano
  • Bolívia – boliviano
  • Bósnia e Herzegovina – bósnio, herzegóvino, bosniense, bosníaco, bosniano ou bosniano
  • Botsuana – botsuanense ou botsuanês
  • Brasil – brasileiro ou brasiliano
  • Brunei – bruneano
  • Buenos Aires – portenho, bonaerense ou buenairense
  • Bulgária – búlgaro
  • Burkina Faso – burquinense, burquinabê ou burquino
  • Burundi – burundiense, burundinês ou burundiano
  • Butão – butanês, butanense, butâni ou butani
  • Cabo Verde – cabo-verdiano
  • Camarões – camaronense ou camaronês
  • Camboja – cambojano, cambojiano ou campucheano
  • Canadá – canadense, canadiano ou canadiense
  • Catalunha – catalão
  • Catar – catariano ou catarense
  • Cazaquistão – cazaquistanês ou cazaque
  • Chade – chadiano ou chadiense
  • Chile – chileno
  • China – chinês, china, chim ou chino
  • Chipre – cipriota, cíprio ou chiprense
  • Cingapura – cingapurense ou cingapuriano
  • Colômbia – colombiano
  • Comores – comoriano ou comorense
  • Congo – congolês, congo ou conguês
  • Coreia do Norte – coreano ou norte-coreano
  • Coreia do Sul – coreano ou sul-coreano
  • Costa do Marfim – marfiniano, marfinense, ebúrneo ou costa-marfinense
  • Costa Rica – costa-riquenho ou costa-riquense
  • Croácia – croata
  • Cuba – cubano
  • Curdistão – curdo
  • Dinamarca – dinamarquês, danês ou dano
  • Djibuti – djibutiano ou djibutiense
  • Egito – egípcio, egipcíaco ou egipciano
  • El Salvador – salvadorenho ou salvatoriano
  • Emirados Árabes Unidos – emiradense
  • Equador – equatoriano
  • Eritreia – eritreu
  • Escócia – escocês
  • Eslováquia – eslovaco
  • Eslovênia – esloveno
  • Espanha – espanhol
  • Estados Unidos – norte-americano, estadunidense, americano, ianque, americano-do-norte ou estado-unidense
  • Estônia – estoniano ou estônio
  • Etiópia – etíope ou etiópio
  • Fiji – fijiano, fidjiano
  • Filipinas – filipino
  • Finlândia – finlandês ou finês
  • Formosa – formosino ou formosano
  • França – francês
  • Gabão – gabonense ou gabonês
  • Gália – gaulês
  • Gâmbia – gambiano ou gambiense
  • Gana – ganense ou ganês
  • Geórgia – georgiano ou geórgico
  • Granada – granadino
  • Grécia – grego, heleno ou argivo
  • Groenlândia – groenlandês ou gronelandês
  • Guatemala – guatemalteco ou guatemalense
  • Guiana – guianense ou guianês
  • Guiné – guineano ou guinéu
  • Guiné Equatorial – guinéu-equatoriano
  • Guiné-Bissau – guineense
  • Haiti – haitiano
  • Havana – havanês ou havano
  • Holanda – holandês, neerlandês ou batavo
  • Honduras – hondurenho
  • Hungria – húngaro ou hungarês
  • Iêmen – iemenita
  • Ilhas Marshall – marshalino
  • Ilhas Salomão – salomônico
  • Índia – indiano, índio, índu ou hindu
  • Indonésia – indonésio
  • Inglaterra – inglês, anglo, anglo-saxão ou britânico
  • Irã – iraniano ou irânico
  • Iraque – iraquiano
  • Irlanda – irlandês
  • Islândia – islandês
  • Israel – israelense ou israeliano
  • Itália – italiano, itálico ou ítalo
  • Iugoslávia – iugoslavo ou juguslavo
  • Jamaica – jamaicano ou jamaicense
  • Japão – japonês ou nipónico
  • Jordânia – jordaniano, jordaniense ou jordânio
  • Kiribati – kiribatiano
  • Kuwait – kuwaitiano
  • Laos – laosiano ou laosense
  • Lesoto – lesotiano, lesotense ou lesoto
  • Letônia – letão ou leto
  • Líbano – libanês
  • Libéria – liberiano
  • Líbia – líbio ou líbico
  • Liechtenstein – liechtensteinense, liechtensteiniano, liechtensteiniense ou listenstainiano
  • Lituânia – lituano, lituânico ou lituânio
  • Luanda – luandense ou luandês
  • Luxemburgo – luxemburguês
  • Macedônia – macedônio ou macedônico
  • Madagascar – madagascarense ou malgaxe
  • Malásia – malásio, malaio ou malasiano
  • Malaui – malauiano, malauiense, malaui, malaviano ou malavita
  • Maldivas – maldívio, maldivano, maldiviano ou maldivo
  • Mali – maliano
  • Malta – maltês
  • Marrocos – marroquino
  • Maurício – mauriciano
  • Mauritânia – mauritaniano ou mauritano
  • México – mexicano
  • Micronésia – micronésio
  • Moçambique – moçambicano
  • Moldávia – moldávio
  • Mônaco – monegasco
  • Mongólia – mongol, mongolino ou mongólico
  • Montenegro – montenegrino
  • Moscou – moscovita
  • Namíbia – namibiano ou namíbio
  • Nauru – nauruano
  • Nepal – nepalês
  • Nicarágua – nicaraguano ou nicaraguense
  • Níger – nigerino ou nigerense
  • Nigéria – nigeriano
  • Noruega – norueguês
  • Nova Zelândia – neozelandês
  • Omã – omanense, omaniano ou omani
  • País de Gales – galês ou galense
  • Palau – palauano ou palauense
  • Panamá – panamenho ou panamense
  • Papua Nova Guiné – papua ou papuásio
  • Paquistão – paquistanense ou paquistanês
  • Paraguai – paraguaio ou paraguaiano
  • Pequim – pequinês
  • Peru – peruano ou peruviano
  • Polônia – polonês ou polaco
  • Porto Rico – porto-riquenho ou porto-riquense
  • Portugal – português, lusitano ou luso
  • Quênia – queniano
  • Quirguistão – quirguistanês ou quirguiz
  • República Centro-Africana – centro-africano
  • República Dominicana – dominicano
  • Romênia – romeno
  • Ruanda – ruandês
  • Rússia – russo
  • Salomão – salomônico
  • Samoa Ocidental ou Americana – samoano ou samoense
  • San Marino – san-marinense ou são-marinense
  • Santa Lúcia – santa-lucense
  • São Cristóvão e Névis – são-cristovense
  • São Tomé e Príncipe – são-tomense ou santomense
  • São Vicente e Granadinas – são-vicentino
  • Sardenha – sardo
  • Seicheles – seichelense ou seychellense
  • Senegal – senegalês, senegalense ou senegaliano
  • Serra Leoa – serra-leonense ou serra-leonês
  • Sérvia – sérvio
  • Singapura – singapurense ou singapurano
  • Síria – sírio ou siríaco
  • Somália – somali ou somaliano
  • Sri Lanka – cingalês
  • Suazilândia – suazi, suázi ou suazilandês
  • Sudão – sudanês
  • Suécia – sueco
  • Suíça – suíço, helvécio ou helvético
  • Suriname – surinamense ou surinamês
  • Tadjiquistão – tadjique ou tadjiquistanês
  • Tailândia – tailandês
  • Taiwan – taiwanês
  • Tanzânia – tanzaniano
  • Tchecoslováquia – tcheco, tchecoslovaco, checo ou checoslovaco
  • Tibete – tibetano
  • Timor Leste – timorense ou timor
  • Togo – togolês, togolense, toguense ou toguês
  • Tonga – tonganês
  • Trinidad e Tobago – trinitário, trinitário-tobagense e tobaguiano
  • Tunísia – tunisiano
  • Turcomenistão – turcomeno
  • Turquia – turco
  • Tuvalu – tuvaluano
  • Ucrânia – ucraniano
  • Uganda – ugandense ou ugandês
  • Uruguai – uruguaio ou uruguaiano
  • Uzbequistão – uzbeque ou uzbequistanês
  • Vanuatu – vanuatense ou vanuatuense
  • Vaticano – vaticano
  • Venezuela – venezuelano
  • Vietnã – vietnamita ou vietnamense
  • Zaire – zairense
  • Zâmbia – zambiano, zambiense ou zâmbio

A partir se escreve junto ou separado? Exemplos

A forma certa de escrever é “A PARTIR” separado. APARTIR junto está errado e não existe na língua portuguesa. Já que, quando usamos esta expressão, é para referir-se a algo que parte de alguma coisa ou que aconteceu.

Portanto, essa é a forma correta de escrever a partir.

Sendo assim, nesse caso, a palavra “A” serve somente como uma preposição, que complementará a palavra “partir”. Juntas, elas formam uma locução prepositiva.

USO DE “A PARTIR”

A expressão “A PARTIR” pode ser feito em várias ocasiões, para dizer que algo que parte ou que se inicia num momento específico.

Confira abaixo, alguns exemplos de frases, em que cabe o uso do “a partir”:

  • A partir de amanhã, chegarei mais cedo às aulas.
  • O novo acordo ortográfico da língua portuguesa entrou em vigor a partir de 2009.
  • Naquela loja, há moletons a partir de quarenta reais.
  • Vou começar a estudar francês a partir do ano que vem.

A PARTIR TEM CRASE?

Não, a expressão “A PARTIR” nunca tem crase, sendo a assim a palavra “à partir” está errada. Ressaltando que a crase deve ser usada quando existe contração do artigo, além disso, nunca há crase antes de verbos.

SINÔNIMOS PARA A PARTIR DE

A expressão “a partir de” é considerada uma locução prepositiva, ou seja ela une duas ou mais palavras, nas quais há uma preposição, neste caso, as preposições são “a” e “de”.

Então, se você quiser substituir o uso durante o seu texto, para não torná-lo repetitivo, poderá empregar outras expressões, como, por exemplo, ‘’desde’’.

Confira abaixo mais exemplos de sinônimos para a partir de:

  • A começar de;
  • A datar de;
  • A contar de;
  • Com início em;
  • De agora em diante;

Trabalho infantil no Brasil – índices importantes

 

Trabalho infantil é qualquer trabalho feito por pessoas que tenham menos da idade mínima permitida para trabalhar. Essa idade mínima não é igual em todos os lugares, pois, cada país tem a sua regra.

No Brasil, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) o trabalho não é permitido para crianças e adolescentes que tenham entre zero e 13 anos. Com 14 anos é possível trabalhar como aprendiz, e com 16 e 17 anos o trabalho é permitido, desde que não aconteçam das 22h às 5h, e as atividades não sejam perigosas e insalubres.

Entretanto, embora a lei exista no Brasil é enorme a quantidade de crianças e adolescentes trabalhando. Conforme, os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem mais de 1,8 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos que trabalham, apresentando os seguintes índices:

  • 54,4%, ou 998 mil desse contingente enquadravam-se no que é considerado trabalho infantil.
  • 190 mil crianças abaixo da idade mínima permitida (5 a 13 anos) estão trabalhando.
  • 808 mil adolescentes dentro da idade permitida (14-17 anos) estão trabalhando, porém sem carteira assinada.

Atividades

Ainda conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de domicílio (Pnad) Contínua do IBGE, as atividades mais realizadas pelas crianças e adolescentes são essas:

  • Agricultura: concentra 47,6% das crianças ocupadas de 5 a 13 anos.
  • Comercio: concentra 27,2% dos adolescentes entre 14 e 17 anos
  • 66% do grupo de 14 a 17 estavam ocupados na condição de empregado.
  • 73% das crianças de 5 a 13 anos eram trabalhadores familiares.

Rendimento

O rendimento médio das crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos de idade que trabalham é de R$ 514.

Fascismo: o que é, e qual sua influência na sociedade?

fascismo

Muito se fala sobre fascismo em tempos atuais. Entretanto, será que sabemos o que é realmente esse regime?

Primeiramente, é importante que se tenha uma compreensão sobre o real significado desse termo.

fascismo

Nos tempos de polarização de opiniões políticas, o uso da palavra fascismo está se tornando cada vez mais comum entre discussões ideológicas. Mas o que ocorre é que a maioria das pessoas utiliza o termo como uma ofensa quando têm suas opiniões divergidas sem saber qual é o seu verdadeiro contexto.

Para entender o que é um regime fascista, primeiramente é fundamental que saibamos a origem de seu termo.

Origem da palavra fascismo

A palavra fascismo é derivada do termo italiano fascio, cujo significado é feixe. Na civilização da antiga Roma, o fascio era um machado feito com diversas varas de madeira e uma ou mais lâminas presas ao redor das madeiras.

Essa ferramenta era utilizada como um símbolo de união e autoridade, já que era difícil de ser arrebentada.

Em termos políticos, fascio remetia a ideia de uma “federação” ou “aliança”.

Logo, o fascismo nada mais é do que um regime autoritário fundado na Itália por B. Mussoline. E embora ele tenha sido criado em 1919, somente no ano de 1921 que realmente o fascismo foi apresentado como um partido político.

Assim que assumiu o cargo como primeiro ministro da Itália, confirmando um sistema nacionalista, antiliberal, e antidemocrático, Mussoline então implantou um sistema totalitário, que privilegiava principalmente o privilégios por raças.

Desde então, o termo “fascista” é denotado para referir ideologia política direcionada a tendências do autoritarismo, antiparlamentares e anticomunistas. A ideologia que defende a ideia de menorizar o Estado e suas razões, é a mesma ideia que defende um estado antiliberal.

O fascismo e ditaduras militares

Apesar de haver bastante confusão sobre ambos os sistemas, o regime fascista não é o mesmo que um regime de uma ditadura militar. Isso porque o poder do fascismo está centrado em organizações da massa, e possui uma única autoridade.

Será que existe fascismo no Brasil?

Na conjuntura atual do Brasil, analisando a sociedade como está, poderemos ter uma resposta fácil sobre essa pergunta.

Em um país quase que inteiramente miscigenado igual o Brasil, e em uma constituição que coloca todos iguais perante a lei, não existe no legislativo constitucional um artigo que cite uma supremacia de raça.

Outras questões que envolvem a questão do fascismo é a não aceitação de produtos estrangeiros, como por exemplo: filmes ou músicas de outros países; ou seja, o brasileiro, seja ele da ideologia que for, não teria a liberdade para assistir ou escutar nenhum tipo de música estrangeira.

Por isso, é preciso saber todo o contexto da palavra fascismo antes de utilizá-la apenas emocionalmente, como uma ofensa que provém de um sentimento causado por uma divergência de opinião política.

 

História do Futebol

O futebol é um dos esportes mais populares que existem, é praticado por centenas de pessoas em diversos países diferentes. Um esporte que desperta paixão e mobiliza pessoas espalhadas pelo mundo inteiro.

Além disso, milhões de pessoas acompanham os jogos de seus times de coração ou a seleção de seu país, seja nos estádios, televisão e mais recentemente pela internet.

Um esporte cheio de rivalidade e disputas em campeonatos pequenos de bairro, ou campeonatos milionários como a Copa do Mundo de Futebol e a Liga dos Campeões da Europa (UEFA Champions League).

Origem de futebol

A origem do futebol possui diferentes versões, pois, os historiadores já descobriram vestígios dos jogos de bola em várias culturas antigas. Entretanto, existem indícios que apontam a origem de um esporte com características parecidas com as do futebol praticado nos países asiáticos, há aproximadamente 3000 a. C.

Outro vestígio de esporte semelhante ao futebol remete a antiga cidade grega de Esparta, onde os soldados jogavam com uma bola feita com uma bexiga de boi cheia de terra ou areia.

Vestígios à parte o modelo de futebol mais próximo do que conhecemos hoje surgiu na Inglaterra por volta do século XVII, onde o jogo foi organizado, sistematizado e ganhou regras, como, por exemplo, a medida do campo, a instalação dos gols (traves), e a bola que seria de couro e cheia de ar.

Com regras estabelecidas e claras o futebol começou a ganhar popularidade entre os estudantes e filhos da nobreza inglesa. Então no dia 26 de outubro de 1863, foi fundada a Football Association, em Londres.

Após isso o futebol foi se espalhando pelo mundo todo e ganhando novas regras até chegar ao modelo do esporte que temos hoje.

Origem do futebol no Brasil

De forma oficial, o futebol foi introduzido no Brasil em 1894, por Charles Miller, um brasileiro descendente de ingleses. Miller foi estudar na Inglaterra e ao retornar para o Brasil trouxe na sua bagagem duas bolas de futebol, dois uniformes completos, uma agulha e uma bomba.