Independência dos Estados Unidos

Os Estados Unidos que conhecemos hoje nem sempre foram livres e prósperos, e pode ser difícil de acreditar, mas aquele país já foi um conjunto de colônias britânicas.

Como toda colônia sofreu muitos abusos por parte de seu dominador, e por causa do excesso de poder por parte da Inglaterra, houve uma revolta dos colonos americanos que culminou na independência dos EUA.

A independência dos EUA foi proclamada em 1776 após uma reunião da burguesia que lá moravam, e foram apontados diversos motivos para a emancipação das treze colônias (como os EUA eram chamados nesse período)

Principais motivos da independência

No século XVIII a Inglaterra estava enveredada em diversos conflitos armados, e por isso precisava cada vez mais de recursos.

Desse modo, como os EUA faziam parte de seu domínio, o abuso de autoridade começou a reinar nas relações entre eles, levando ao aumento de impostos e uma crescente demanda de suprimentos.

Leis absurdas foram impostas pela coroa sobre os EUA, tais como alimentar soldados britânicos, assim como hospedá-los, pagar alíquotas por jornais vendidos nas colônias e coisas desse porte.

Essa postura adotada pela Inglaterra irritou muito os colonos que viviam nos EUA, e a principal causa estava na estagnação do desenvolvimento local.

Os colonos que faziam parte da burguesia se viram em um ponto crítico, e decidiram pela independência.

A carta de independência dos EUA foi escrita com os ideais iluministas e liberais, assegurando as liberdades individuais sobre o domínio estatal.

O livre comércio também foi implementado nos EUA e tinha direito garantido por lei.

Consequências da independência

A independência dos EUA proporcionaram alguns conflitos com a coroa, mas também permitiu um grande desenvolvimento comercial.

Isso aconteceu por causa do livre comércio daquele período, facilitando a aquisição e venda de mercadorias diversas.

As liberdades individuais permitiram ao povo direitos sobre suas propriedades e asseguraram que nenhum poder autoritário pudesse dominar os EUA novamente.

Por conta dessas leis, os EUA nunca sofreram nenhuma ditadura em toda sua história pós-independência.

Qual é a densidade da água?

Existem muito termos físicos básicos importantes quando queremos estudar a forma como a matéria está organizada no universo, e um deles é a densidade.

A densidade de uma determinada substância, esteja ela em estado sólido, líquido ou gasoso, é sua massa dividida pelo seu volume.

Note aqui que podemos calcular a densidade de qualquer coisa que quisermos, e com isso especificar uma propriedade do objeto que está sendo estudado.

Por conta de sua natureza, a densidade nos diz como os átomos estão organizados no objetivo, mas sem grandes informações detalhadas.

O cálculo da densidade

O cálculo da densidade de qualquer objeto é a razão da quantidade de massa do objeto pelo seu volume.

Desse modo, temos que d = m/V, onde m é a massa do objeto e V o seu volume ocupado.

É muito importante que a temperatura seja levada em consideração na hora do cálculo, pois o volume do objeto varia conforme a temperatura.

A densidade da água

A densidade da água, devido a sua abundância no planeta Terra, foi considerada como padrão para o cálculo da densidade.

Dessa forma, sempre que calculamos a densidade de um objeto, estamos dizendo quantas vezes ele é mais denso do que a água.

A densidade da água, como é a medida padrão, tem o valor de 1 kg/litro, ou seja, um litro de água pesa exatamente um quilograma.

Uma curiosidade sobre a água é que o gelo possui densidade menor do que a água líquida, fazendo com que boie.

Esse fenômenos acontece em apenas algumas substâncias conhecidas pelo homem, pois geralmente o estado sólido afunda no estado líquido.

Exemplo de cálculo da densidade

Suponha que um determinado objeto possua volume de 3 litros, e que tenha 6 Kg de massa. Qual a densidade desse objeto? Ele irá afundar ou boiar na água?

A densidade do objeto é d = 6 Kg/ 3 litros = 2 Kg/Litro, ou seja, é duas vezes mais denso do que a água.

Sabemos que substâncias mais densas afundam em menos densas, desse modo ele irá afunda na água.

Ossos do corpo humano – Quais são?

O ser humano tem 206 ossos, sendo composto por:

  • Ossos da cabeça: crânio e face;
  • Ossos do crânio: Tendo um total de 8 ossos, frontal, parietal (2), temporal (2), occipital, esfenoide e etmoide;
  • Ossos da face: zigomático (2), nasal (2), mandíbula, palatino (2), maxilar (2), lacrimal (2), concha nasal inferior (2) e vômer;
  • Ossos do pescoço: hioide;
  • Ossos do ouvido: bigorna, martelo, estribo sendo o menor osso de cada, o ser humano possui dois de cada um desses ossos;
  • Ossos do tórax: tem 44 ossos no total, 24 costelas, 7 vértebras cervicais, 1 esterno, 12 vertebras torácicas;
  • Ossos do Abdômen:  7 ossos totais, sendo 5 vertebras lombares, 1 cóccix e 1 sacro;
  • Ossos dos membros inferiores: total de 62 ossos,  sendo cintura pélvica (2),na perna temos 8 localizados, fêmur (2), fíbula (2), tíbia (2), patela (2), no pé encontramos 52 ossos, sendo calcâneo, navicular, tálus, cuneiforme medial, cuneiforme intermédio; cuneiforme lateral, cuboide, metatarsos, falange proximal, falange média, falange distal. O fêmur é o maior osso do corpo humano;
  • Ossos superiores:  64 ossos, considerando que 4 localizam-se na cintuta escapular, tendo 2 clavículas e 2 omoplatas. Nos braços temos a ulna, úmero e radio, dois de cada no corpo humano.
  • Ossos das mãos: maior quantidade de ossos do corpo humano se encontram nas mãos, totalizando 54 ossos, sendo eles:  escafoide; semilunar, piramidal, pisiforme, trapézio, trapezoide, capitato, hamato, metacárpicos, falange proximal, falange média, falange distal.

Existem algumas classificações onde os ossos se encaixam, como ossos curto, longos, irregulares e planos. Os ossos longos são aqueles que o comprimento é maior que a largura. Os ossos planos são mais finos e são de áreas de fixação importantes, como as costelas, escápulas, externas e crânio.  Os ossos curtos são aqueles que apresentam a sua largura e comprimento com tamanhos próximos, agora os ossos irregulares, tem formatos e tamanhos variados, tendo suas estruturas mais complexas, tais como as vertebras e os ossos que encontramos nas faces.

A revolta dos malês – História resumida

A Revolta dos camponeses começou em Essex em 30 de Maio de 1381, quando um cobrador de impostos tentou, pela terceira vez em quatro anos, cobrar um imposto de pesquisa. A guerra de Ricardo II contra a França estava indo mal, a reputação do governo foi danificada, e o imposto foi “a última gota”.

Os camponeses não estavam apenas protestando contra o governo. Desde a peste negra, os pobres ficaram cada vez mais zangados por ainda serem servos, normalmente cultivando a terra e servindo o seu rei. Chicoteados pela pregação do Padre radical John Ball, exigiam que todos os homens fossem livres e iguais, por leis menos duras.; e uma distribuição mais justa da riqueza.

Logo Essex e Kent estavam em revolta. Os rebeldes coordenaram as suas tácticas por carta. Eles marcharam em Londres, onde destruíram as casas dos Ministros do governo. Eles também tinham um conjunto claro de exigências políticas.

Em 15 de junho, o rei de 14 anos, Ricardo II, conheceu o líder dos rebeldes, Wat Tyler. William Walworth, o prefeito de Londres, atacou e matou Tyler. Antes que o exército rebelde pudesse retaliar, Ricardo avançou e prometeu abolir a servidão. Os camponeses foram para casa, mas mais tarde as tropas do governo visitaram as aldeias enforcando homens que tinham tomado parte na Revolta.

Embora a revolta tenha sido derrotada, as suas exigências – leis menos duras, dinheiro para os pobres, liberdade e igualdade-tornaram-se parte da democracia a longo prazo.

A Revolta dos camponeses foi uma revolta popular. Em suas demandas por direitos e igualdade, era semelhante aos cartistas do século XIX e às Sufragistas do século XX – ambos fizeram campanha por maiores direitos políticos – exceto que, notavelmente, a Revolta dos camponeses aconteceu seis séculos antes!

Personagens do folclore brasileiro

Se tratando do folclore brasileiro podemos dizer que não são poucos os personagens que tem suas historias contadas ao longo dos anos. São contos, histórias, lendas e muito nas cantigas. Existe historia de tudo, desde morto vivo, mula sem cabeça e menino de uma perna só. Descubra aqui, nas linhas abaixo, um pouco mais sobre as principais lendas.


Saci Pererê

Retratado sempre como um moleque muito arteiro, defende a natureza e luta contra caçadores. Nos desenhos mais antigos ele aparece fumando seu cachimbo, mas com o passar dos anos teve que trocar por pirulitos, tirando assim um pouco da identidade do verdadeiro Saci.

Mula sem Cabeça

Certa vez uma mulher se interessou por um padre e acabou recebendo um feitiço. Perdeu a cabeça e virando uma mula. Segundo a crença popular ela sai nas noites de quinta feira, soltando fogo pelo pescoço. Costuma também a assustar pessoas e animais nos pastos. Como dizia o meme “essa é a tal da mula”.

Negrinho do Pastoreio

Essa historia se passou nos tempos dos escravos, no sul do Brasil.

Um menino que era escravo em umas aras, ao levar os cavalos de seu senhor para passear, acabou perdendo um dos animais que acabou fugindo.

Ao chegar sem um dos cavalos, foi brutalmente castigado por seu dono, que o colocou nu amarrado no formigueiro. Ele não resistiu e acabou morrendo, devidas as dores provocadas pelas formigas. Com o tempo pessoas viram ele montado no cavalo perdido próximo a imagem da virgem maria.

Curupira

Esse é uma das lendas mais enigmáticas do nosso folclore. Se Garrincha, foi o rei do drible com suas pernas tortas, o que se pode dizer do Curupira? Seus pés são para traz para enganar os caçadores, que não conseguem achar onde ele se escondeu. Se ele andar de costas, será como se estivesse andando para frente e vice e versa. Ate os caçador pensar em uma coisa dessa, ele já teve suas armas e comidas saqueados pelo carinha verde de olhos vermelhos.

Dilatação térmica – Como funciona?

A dilatação térmica é a tendência da matéria a mudar de volume em resposta a uma mudança de temperatura. Um exemplo disso é o frenesim da via férrea,nesse caso, os átomos e moléculas em um sólido e oscilam constantemente em torno de seu ponto de equilíbrio. Contudo, quando expostos à altas temperaturas (se fossem colocados no fogo, por exemplo) iriam se expandir e ficar de tamanho maior, podendo até mesmo, a dificultar a passagem do trem.

Este tipo de excitação é chamado de movimento térmico. Quando uma substância é aquecida, suas partículas constituintes começam a se mover mais, mantendo assim uma maior separação média com suas partículas vizinhas. O grau de expansão dividido pela mudança de temperatura é chamado de coeficiente de expansão térmica do material; geralmente varia com a temperatura.

Porque é que o tamanho do objeto se expande quando aquecido?

A resposta pode ser encontrada na forma do típico potencial partícula-partícula na matéria. Partículas em sólidos e líquidos sentem constantemente a presença de outras partículas vizinhas. Esta interação pode ser representada matematicamente como uma curva potencial. A figura 2 ilustra como este potencial inter-partícula geralmente toma uma forma assimétrica ao invés de uma forma simétrica, em função da distância partícula-partícula. Note – se que a curva potencial é mais íngreme para uma distância mais curta.

Os materiais que contraiam ou mantêm a sua forma com o aumento da temperatura são raros. Este efeito é limitado em tamanho, e só ocorre dentro de intervalos de temperatura limitados.

Dilatação térmica linear

Para uma primeira aproximação, a mudança nas medições de comprimento de um objeto (dimensão linear em oposição, por exemplo, a dimensão volumétrica) devido à expansão térmica está relacionada com a mudança de temperatura por um coeficiente de expansão linear. É a variação fracional no comprimento por grau de mudança de temperatura. Assumindo um efeito negligenciável de pressão, podemos escrever a equação da dilatação térmica:

αL=1LdLdT,

Conheça o mapa político do Brasil

O mapa político do Brasil refere-se à representação de seu território, ou seja, como ele está dividido entre regiões, estados, capitais, cidades, municípios e distritos. O atual mapa político do país está em vigência desde 1988.

História do mapa político do Brasil

Desde sua primeira criação oficial em 1502 o mapa político do Brasil passou por diversas mudanças ao longo dos anos. Esse primeiro mapa foi produzido com as informações coletadas por navegadores que saíram para explorar o país.

Entretanto, apesar de mudanças sofridas, somente em 1940 o mapa passou por uma modernização.

O mapa brasileiro também foi atualizado na década de 70, quando o estado do Mato Grosso foi dividido e surgiu o Mato Grosso do Sul, e em 1982, quando Rondônia virou estado.

Em 1987 ocorreu uma nova atualização, quando Roraima e Amapá viraram estados, Goiás passou a pertencer á Região Centro-oeste, e o estado de Tocantins foi criado.

Durante os anos o mapa político do Brasil passou por mais algumas mudanças, até chegar à configuração que possui hoje, dividido em 5 regiões, 26 estados e 1 distrito.

Veja abaixo como o país está atualmente dividido em regiões e estados com suas respectivas capitais.

Região Norte

Acre – Capital: Rio Branco.

Amapá – Capital: Macapá.

Amazonas – Capital: Manaus.

Pará – Capital: Belém.

Rondônia – Capital: Porto Velho.

Roraima – Capital: Boa Vista.

Tocantins – Capital: Palmas.

Região Nordeste

Alagoas – Capital: Maceió.

Bahia – Capital: Salvador.

Ceará – Capital: Fortaleza.

Maranhão – Capital: São Luís.

Paraíba – Capital: João Pessoa.

Pernambuco – Capital: Recife.

Piauí – Capital: Teresina.

Rio Grande do Norte – Capital: Natal.

Sergipe – Capital: Aracaju.

Região Centro-Oeste

Goiás – Capital: Goiânia.

Mato Grosso – Capital: Cuiabá.

Mato Grosso do Sul – Capital: Campo Grande.

Distrito Federal – Capital: Brasília.

Região Sudeste

Espírito Santo – Capital: Vitória.

Minas Gerais – Capital: Belo Horizonte.

São Paulo – Capital: São Paulo.

Rio de Janeiro – Capital: Rio de Janeiro.

Região Sul

Paraná – Capital: Curitiba.

Rio Grande do Sul – Capital: Porto Alegre.

Santa Catarina – Capital: Florianópolis.

Conheça os Estados e capitais do Brasil

Estados

Você já parou para pensar o quão grande é o nosso país? Ao todo, possuímos 27 Estados e todos eles possuem suas respectivas capitais. Neste artigo, vamos abordar cada um desses Estados, conforme a sua localidade, ou seja, sua região e seus respectivos climas.

Para que você possa se localizar de uma forma um pouco mais precisa, aconselhamos que você tenha disponível o Mapa do Brasil. Com ele, será muito mais fácil entender cada uma das capitais e suas localidades regionais. Vamos lá!

Estados da Região Norte

Na Região Norte podemos encontrar um clima equatorial de vasta vegetação, devido a floresta amazônica e sua Planície. O clima dá-se pelo relevo formado tanto pela planície, como pelos Planaltos Orientais e sua depressão marginal. Toda sua economia, dá-se pelo total extrativismo mineral e vegetal.

Hoje, podemos encontrar desenvolvidas empresas, que possuem a matéria prima, como madeiras e ferro. A chamada Zona Franca de Manaus, é um dos principais focos econômicos da região Norte brasileira.

  • Acre – Rio Branco;
  • Amapá – Macapá;
  • Amazonas – Manaus;
  • Pará – Belém;
  • Rondônia – Porto Velho;
  • Roraima – Boa Vista;
  • Tocantins – Palmas.

Estados da Região Centro-Oeste

No centro-Oeste, o clima predominante é o clima tropical. Nele, há muitos invernos secos e verões chuvosos. Possui um relevo situado pelo Planalto Central, onde a principal vegetação é o cerrado.

A principal economia do Centro-Oeste, baseia-se na produção de milho, soja e carne bovina. Devido a esse pequeno incentivo à produção agropecuária, muitas florestas e áreas verdes vem se desmatando, principalmente na área Norte do Centro-Oeste.

  • Goiás – Goiânia;
  • Mato Grosso – Cuiabá;
  • Mato Grosso do Sul – Campo Grande;
  • Distrito Federal – Brasília.

Estados da Região Nordeste

Esta região se caracteriza por ser a terceira maior do país. Tendo uma vasta área vasta e possuindo um clima totalmente tropical e úmido. Suas principais áreas dão-se em Semiáridas, do Sertão Nordestino. Planalto leste, uma região litorânea de Borborema e outra região equatorial, que se encontra no Noroeste do Maranhão.

  • Alagoas – Maceió;
  • Bahia – Salvador;
  • Ceará – Fortaleza;
  • Maranhão – São Luís;
  • Paraíba – João Pessoa;
  • Pernambuco – Recife;
  • Piauí – Teresina;
  • Rio Grande do Norte – Natal;
  • Sergipe – Aracaju.

Estados da Região Sudeste

O clima principal do Sudeste é também o tropical, porém mais ameno, por se encontrar numa altitude diferente do Nordeste. Por se encontrar numa vegetação mais planáltica, da Mata Atlântica, o verão acaba sendo também muito chuvoso e seu inverno mais seco.

  • Espírito Santo – Vitória;
  • Minas Gerais – Belo Horizonte;
  • São Paulo – São Paulo;
  • Rio de Janeiro – Rio de Janeiro.

Estados da Região Sul

Com o clima subtropical, encontramos a região Sul. Nela, a vegetação predominante dá-se pela Mata Araucária, em seus principais campos e relevos (Conhecidos como Pampas). A economia é predominada pela agricultura moderna e produção de gado, fumo, alimentícios, têxtil, automobilísticos e metalúrgicos.

  • Paraná – Curitiba;
  • Rio Grande do Sul – Porto Alegre;
  • Santa Catarina – Florianópolis. 

Tempos Verbais

Os tempos verbais expressam quando aconteceu uma ação, um fenômeno da natureza ou um estado. Resumidamente essa ações podem acontecer no  passado (pretérito), no presente ou no futuro.

Veja abaixo alguns exemplos:

Passado (pretérito)

O tempo passado é usado para expressar ações que já aconteceram.

Exemplo: Eu li todos os dias.

Presente

O tempo presente é usado para expressar uma ação que acontece no momento da fala, além de indicar procedimentos regulares ou situações permanentes.

Exemplo: Eu leio todos os dias.

Futuro

O tempo futuro é usado para expressar uma ação que ainda vai acontecer.

Exemplo. Eu lerei todos os dias.

Modos do verbo

Graças a riqueza da língua portuguesa os tempos verbais vão além de presente, passado e futuro. Há outros tempos verbais divididos entre os modos: indicativo, subjuntivo e imperativo.

 

Tempos do modo indicativo

Os tempos do modo indicativo expressam uma ação certa, e são classificados da seguinte forma: Presente, Pretérito Perfeito, Pretérito Imperfeito, Pretérito mais-que-perfeito, Futuro do Presente e Futuro do Pretérito.

Presente

Indica a ação no momento da fala.

Exemplo: Eu amo.

Pretérito Perfeito

Indica uma ação já concluída.

Exemplo: Eu amei.

Pretérito Imperfeito

Indica uma ação anterior ao presente, mas ainda não concluída.

Exemplo: Eu amava.

Pretérito mais-que-perfeito

Indica uma ação anterior a outra que já foi concluída.

Exemplo: Eu amara.

Futuro do Presente

Indica uma ação que ainda vai ser realizada.

Exemplo: Eu amarei.

Futuro do Pretérito

Indica uma ação futura em relação a outra já concluída.

Exemplos: Eu amaria.

 

Tempos do Subjuntivo

Os tempos do modo subjuntivo indicam acontecimentos incertos, e estão classificados em: Presente, Pretérito Imperfeito e Futuro.

Presente

O presente do subjuntivo expressa um acontecimento incerto ou duvidoso.

Exemplo: Que eu ame.

Pretérito Imperfeito

O pretérito imperfeito do subjuntivo indica uma ação no passado que depende de uma outra ação também já passada.

Exemplo: Se eu amasse.

Futuro do Subjuntivo

O futuro do subjuntivo indica uma ação que irá se realizar dependendo de outra ação futura.

Exemplo: Quando eu amar.

 

Tempos do modo Imperativo

O modo imperativo indica uma ordem ou pedido, e está classificado em afirmativo e negativo.

Afirmativo

Expressa uma ordem feita de forma afirmativa.

Exemplo: Compre ele o bolo.

Negativo

Expressa uma ordem feita de forma negativa.

Exemplo: Não compre ele o bolo.